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A prefeitura de Ouro Branco, município do Sertão de Alagoas, publicou no Diário Oficial do Estado (DOE), sexta-feira (29/01), que irá realizar concurso público.

O concurso será para cargos efetivos de nível fundamental, médio, superior e cadastro de reserva. Segundo o DOE, as inscrições serão realizadas exclusivamente pela internet no site http://www.fapec.org.br empresa organizadora.

O período de inscrições vai das 14h do dia 1º de fevereiro às 23h59 do dia 29 de fevereiro deste ano.

Fonte: Do G1 AL

Marina Silva fica o tempo todo ao lado da família, ouve gritos de apoio e pedidos para que Renata seja sua vice

Enterro de Eduardo Campos acontece em Recife

Enterro de Eduardo Campos acontece em Recife

Cerca de 100 mil pessoas, segundo cálculos do governo de Pernambuco, acompanharam ontem, no Recife, a cerimônia de despedida de Eduardo Campos, candidato do PSB à Presidência da República morto na quarta-feira passada após um acidente aéreo no litoral paulista. O velório, aberto ao público, foi tomado por manifestações eleitorais.

Marina Silva, candidata a vice que assumirá o posto de nome do PSB ao Planalto, ficou o tempo inteiro ao lado da família. Levantou para o alto, em certo momento, a foto de Campos que estava sobre o caixão.

Os filhos do ex-governador de Pernambuco vestiam camisetas com uma das últimas frases ditas publicamente por Campos antes de morrer – “não vamos desistir do Brasil”. Frase que também estava estampada no caminhão de bombeiros que realizou o cortejo na madrugada, da base aérea para o Palácio do Campo das Princesas, sede do governo onde foi realizado o velório e uma missa campal celebrada por Dom Fernando Saburido, Arcebispo do Recife e de Olinda.

João Campos, de 20 anos, apontado como herdeiro político do pai, cerrou punhos e puxou o coro “Eduardo, guerreiro do povo brasileiro”. O mesmo coro foi repetido várias vezes durante o velório, o cortejo até o cemitério de Santo Amaro e o enterro dos restos mortais do ex-governador de Pernambuco.

Renata, viúva de Campos, teve o nome várias vezes entoado pelos presentes, que pediam que ela se lançasse candidata a vice na chapa de Marina. Do lado oposto à área reservada a autoridades e à família, a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição, e o candidato do PSDB ao Planalto, Aécio Neves, estiveram juntos durante a missa. A petista estava acompanhada do antecessor e padrinho político, Luiz Inácio Lula da Silva. Ela chegou a ser hostilizada por algumas pessoas que estavam próximas da área de autoridades. O tucano foi ao velório com o candidato a vice, Aloysio Nunes Ferreira.

Em família. A presença de Marina junto à família de Campos repetiu-se durante o cortejo final que levou o corpo do ex-governador ao Cemitério de Santo Amaro. Ela ficou em cima do carro de bombeiros que levou o caixão ao cemitério sentada ao lado de Renata e dos filhos da viúva. Marina não quis dar declarações à imprensa ontem.

No sábado, ao chegar ao Recife, ela deu uma breve entrevista ao Estado na qual afirmou sentir “o senso de compromisso” que a morte do aliado lhe impôs. Também afirmou que o fato de não ter embarcado no jatinho que caiu em Santos na quarta-feira foi uma “providência divina”.

Renata e Antonio Campos, o único irmão do ex-governador, foram os primeiros a defender que Marina ocupasse a cabeça de chapa do PSB na disputa presidencial. A gratidão da ex-ministra ao gesto foi visível.

Durante o enterro dos restos mortais de Campos, ocorreram novas manifestações favoráveis a Marina. “Fora Dilma, agora é Marina” e “Marina e Renata” eram gritos ouvidos dentro de cemitério. Também foram espalhadas faixas por toda a cidade do Recife, confeccionadas pelo PSB, dizendo: “Seus ideais permanecem vivos em cada um de nós”. Faixas e camisetas também tinha a foto do ex-governador, com data de nascimento e morte.

Avô. Os familiares também usaram chapéus de palha, em homenagem a Miguel Arraes, avô de Campos que também foi governador de Pernambuco. “Chapéu de Palha” é um programa social criado por Arraes em 1988.

Um chapéu chegou a ser colocado sobre o caixão na hora do enterro. Diante da família, entre as quais a mãe de Campos, Ana Arraes, ministra do Tribunal de Contas da União, João, o herdeiro político, voltou a puxar o coro “Eduardo, guerreiro do povo brasileiro”. “Viva Eduardo! Viva Arraes! Viva o Brasil!”, gritou o jovem, que queria ser candidato a deputado neste ano, mas foi convencido pelo pai a se dedicar aos estudos. Além de João, Campos deixou outros quatro filhos com Renata: Maria Eduarda, Pedro, José e Miguel.

Fonte: Estadão

Eduardo Campos – Ex Governador de Pernambuco e Candidato a Presidência da República

O candidato do PSB à Presidência, Eduardo Campos, morreu aos 49 anos em um acidente com um avião na manhã desta quarta-feira (13) em Santos (72 km de São Paulo). A campanha confirmou a presença do candidato no avião. E o deputado federal Júlio Delgado (PSB-MG) informou que não há sobreviventes. 

O avião modelo Cessna 560XL, prefixo PR-AFA, vinha do Rio de Janeiro e tinha sete pessoas a bordo. O aparelho caiu entre as ruas Alexandre Herculano e Vania de Abreu, no bairro Boqueirão, na zona leste de Santos. Chovia e ventava no momento do acidente.

O deputado Márcio França (PSB-SP), que receberia Campos no litoral de São Paulo, confirmou que, além de Campos, o assessor de imprensa Carlos Percol também morreu no acidente.  Ainda segundo França, três pessoas da região atingida pela queda foram encaminhadas a hospitais.

Terceiro colocado nas pesquisas de intenção de votos, Campos ex-governador de Pernambuco, tinha compromissos de campanha no litoral paulista nesta quarta. O avião decolou do aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, e pousaria na Base Aérea de Santos, no Guarujá (86 km de São Paulo).

A assessoria da candidata a vice, Marina Silva, informou que ela não estava na aeronave.

Segundo a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), o avião pertence a um particular (AF Andrade Empreendimentos e Participações Ltda.) e está com a documentação em dia.

“Quando se preparava para pouso, o avião arremeteu devido ao mau tempo. Em seguida, o controle de tráfego aéreo perdeu contato com a aeronave. A Aeronáutica já iniciou as investigações para apurar os fatores que possam ter contribuído para o acidente”, diz a nota, assinada pelo brigadeiro do ar Pedro Luís Farcic, chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica.

Veja a trajetória de Eduardo Campos

Eduardo Henrique Accioly Campos teve uma carreira de sucesso na política pernambucana, chegou a ser ministro e tentava a Presidência da República. Formado em 1985 Economia pela Universidade Federal de Pernambuco.

Neto do ex-governador de Pernambuco Miguel Arraes, ainda na universidade ele começou a militância política, como presidente do Diretório Acadêmico da Faculdade de Economia.

Em 1986, participou ativamente da campanha que elegeu para o Governo de Pernambuco o seu avô.

Ele entrou no PSB em 1990 onde permaneceu até sua morte. Quando foi eleito deputado estadual. Quatro anos depois, chegou ao Congresso Nacional, mas não chegou a assumir, ficando no Estado nos cargos de Secretário da Fazenda entre 1995 e 1998.

Ainda em 1998, voltou a vencer a disputa para Câmara, sendo o mais votado do Estado (173 mil votos). Em 2002, fez campanha para o então candidato à presidência Luiz Inácio Lula da Silva. No Congresso, Eduardo Campos destacou-se como articulador do Governo Lula. No ano seguinte, tomou posse como ministro de Ciência e Tecnologia.

Em 2005, Eduardo Campos assumiu a presidência nacional do PSB, onde permanecia até o acidente desta quarta-feira (13). Em 2006, numa disputa acirrada, venceu a eleição para o Governo de Pernambuco. Em 2010, disputou a reeleição e obteve a vitória no primeiro turno com mais de 82% dos votos válidos.

 Fonte: uol.com.br

Cícero Batista venceu a pobreza e se formou em medicina

Cícero Batista venceu a pobreza e se formou em medicina

O dia seis de junho de 2014 é uma data muito importante para Cícero Pereira Batista, 33. É data da sua formatura, quando ele fez o “Juramento de Hipócrates” e jurou fidelidade à medicina. O diploma na tão sonhada carreira foi um investimento de quase oito anos da vida do ex-catador.

Natural de Taguatinga, cidade satélite a 22,8 km de Brasília, Cícero nasceu em família pobre e precisou de muita perseverança para alcançar a formação em uma das carreiras mais concorridas nos vestibulares. Ele só começou a fazer a graduação aos 26 anos.

“Minha família era muito pobre. Já passei fome e pegava comida e livros do lixo. Para ganhar algum dinheiro eu vigiava carro, vendia latinha. Foi tudo muito difícil pra mim, mas chegar até aqui é uma sensação incrível de alívio. Eu conseguir superar todas as minhas dificuldades. A sensação é de que posso tudo! A educação mudou minha vida, me tirou da miséria extrema”, conta Cícero.

Não há desculpa para não seguir os sonhos. É preciso focar naquilo que se quer. Não é uma questão de inteligência e sim de persistência. A educação mudou a minha vida e pode mudar a de qualquer pessoa Cícero Pereira Batista, 33, ex-catador que virou médico.

O histórico familiar de Cícero é complicado: órfão de pai desde os três anos e com mãe alcoólatra, o médico tinha dez irmãos. Dois dos irmãos foram assassinados.

Arquivo Pessoal

Quando tinha 5 anos, o menino pegava o que podia ser útil no lixo. Inclusive livros, apesar de não saber ler. Com o tempo, conta o ex-catador, eles foram servindo de inspiração. Ficava mais feliz quando encontrava títulos de biologia, ciências. Certa vez encontrou alguns volumes da Enciclopédia Barsa e “descobriu Pedro Álvares Cabral, a literatura, a geografia”.

Cícero é o único da família que concluiu o ensino médio e a graduação. Para ele, a educação era a única saída: “Diante da minha situação social eu não tinha escolha. Era estudar ou estudar para conseguir sair da miséria extrema”. Ele terminou o ensino fundamental na escola pública em 1997 — na época as séries iam do 1º ao 8º ano. Entre 1998 e 2001, fez o ensino médio integrado com curso técnico em enfermagem.

Ajuda dos professores e colegas

“Quando eu fazia o ensino médio técnico eu morava em Taguatinga e estudava na Ceilândia. Não tinha dinheiro para o transporte e nem para a comida. Andava uns 20 km, 30 km a pé. Muitas vezes eu desmaiava de fome na sala de aula”, explica.

Ao perceber as dificuldades do rapaz, professores e colegas começaram a organizar doações para Cícero de dinheiro, vale-transporte e mesmo comida. “Eu era orgulhoso e nem sempre queria aceitar, mas, devido à situação, não tinha jeito. Eu tinha muita vergonha, mas nunca deixei de estudar”, conta.

Na época da faculdade, Cícero também recebeu abrigo de um amigo quando passou em medicina numa instituição particular em 2006 em Araguari (MG), a 391 km de Brasília. “Frequentava as aulas durante a semana em Minas e aos finais de semana vinha para Brasília para trabalhar. Era bem corrido”, diz. Ele conseguiu segurar as contas por um ano e meio. “Eu ganhava cerca de RS 1.300 e pagava RS 1.400 [de mensalidade]. Até cheguei a pedir o Fies [Fundo de Financiamento Estudantil] por seis meses, mas no fim as contas foram apertando ainda mais e parei”.

Arquivo Pessoal

A educação mudou minha vida, me tirou da miséria extrema Cícero Pereira Batista, 33, ex-catador que se formou em medicina”.

Ao voltar para Brasília decidiu fazer Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) para conseguir uma bolsa do Prouni (Programa Universidade para Todos). Estudou por conta própria, fez a prova no final de 2007 e conseguiu uma bolsa integral em uma universidade particular de Paracatu (MG), a 237,7 km de Brasília. Foram mais seis meses e Cícero voltou a Brasília mais uma vez.

No ano seguinte, fez o Enem mais uma vez. Ele queria estudar mais perto de casa por causa do trabalho — ele era técnico de enfermagem concursado — e da família. Com sua nova nota do Enem, ele conseguiu uma vaga com bolsa integral na Faciplac (Faculdades Integradas da União Educacional do Planalto Central), na unidade localizada na cidade satélite Gama, 34,6 km de Brasília.

“Tive que começar tudo zero novamente. Tive vontade de desistir na época. Poxa, já tinha feito um total de dois anos do curso de medicina, mas não consegui reaproveitar nenhuma matéria. Mas no fim deu certo”, conta o médico que enfrentou os anos da faculdade também com a ajuda dos livros do projeto Açougue Cultural, uma iniciativa que empresta livros gratuitamente nas paradas de ônibus de Brasília.

Atualmente, Cícero é diretor clínico de um hospital municipal e trabalha em outros dois. O momento para ele agora é o de “capitalizar” [ganhar dinheiro] para melhorar de vida e ajudar a família. Cursar um doutorado fora do Brasil também está entre seus planos.

“Não há desculpa para não seguir os sonhos. É preciso focar naquilo que se quer. Não é uma questão de inteligência e sim de persistência. A educação mudou a minha vida e pode mudar a de qualquer pessoa”, conclui.

Fonte: UOL Educação

 Com Armando e João Paulo: Índios Fulni-ô fizeram apresentação no final da plenária

ARMANDO MONTEIROGaranhuns – Cerca de três mil pessoas de todo o Agreste Meridional reuniram-se no Tavares Correia, em Garanhuns, na noite desta sexta-feira (23), para discutir temas como a integração entre as redes estadual e municipais de ensino, a oferta de exames clínicos e a assistência técnica à agricultura familiar. Durante mais de quatro horas, participaram dos debates do Pernambuco 14, projeto que objetiva colher propostas, ideias e sugestões das comunidades de todas as regiões pernambucanas para formar o programa de governo da chapa liderada por Armando Monteiro (PTB) e João Paulo (PT), pré-candidatos a governador e a senador nas eleições deste ano.

A economista e socióloga Maria Vicência Tenório foi uma das participantes das reuniões temáticas do Pernambuco 14. Ela apresentou contribuições voltadas à agricultura familiar e à pecuária, que, em sua opinião, estão abandonadas por falta de assistência técnica e extensão rural. “O IPA não chega nem com extensão, nem com assistência que eles merecem. Não adianta recursos e tecnologia, se faltam técnicos e análise de solo. Não adianta contratar técnicos para prestar serviços direcionados, se o pequeno produtor rural fica esquecido”, lamentou.

Outra participante, André Mota Valença, que é professor de história, alertou para a necessidade de haver maior integração entre as escolas estaduais e as redes municipais de ensino. “Não podemos ter uma educação separada do Estado, precisamos ter um sistema educacional integrado com o município. Não podemos modificar a educação para o hoje, ela se modifica para o futuro”, defendeu o professor.

A saúde também foi outro destaque da plenária. Dentre as propostas apresentadas, estão a valorização efetiva do profissional da saúde, a contratação e regularização de serviços como ressonância magnética e cateterismo para a região e a construção de um hospital para o Agreste Meridional.

Entusiasmado com o grande número de participantes em todas as oito plenárias do Pernambuco 14, realizadas até agora, Armando Monteiro ressaltou a importância de o governo do Estado trabalhar para reduzir as desigualdades regionais: “Em todas essas plenárias, contamos com uma participação muito entusiasmada das sociedades locais, tivemos um grande público, uma qualidade nos debates e um conteúdo que iremos incorporar ao programa de governo que nós vamos oferecer a Pernambuco e que terá propostas sustentáveis e realistas, que levem em conta que Pernambuco precisa de um desenvolvimento mais equilibrado, que chegue a todas as regiões e que interrompa esse processo perverso de desequilíbrio”.

Alguns temas debatidos no Pernambuco 14, em Garanhuns:

Agricultura familiar – Maior presença dos técnicos do IPA no campo e maior assistência técnica

Educação – Valorização do professor, fortalecimento do regime de colaboração entre Estado e municípios, construção de escolas com laboratórios e equipamentos para os alunos e formação e capacitação dos professores para a utilização das tecnologias disponíveis.

Mobilidade – Incentivo para a mobilidade urbana e acesso para pessoas com deficiência, criação de uma secretaria específica para deficientes visuais, com auxílio e inclusão.

Saúde – Valorização dos profissionais, necessidade de repensar a UPA para que atenda as peculiaridades de cada região, melhoria no atendimento.

(Crédito da foto: Leo Caldas/Divulgação)

A (CDL) Câmara de Dirigentes Lojistas de Águas Belas, tem a honra de convidar você empresário para participar de uma reunião, sexta-feira dia 23 de maio do ano em curso, às 18:00h na Sede da CDL de Garanhuns, com a presença do ex-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e atualmente Senador da República, Dr. Armando Monteiro e do Deputado Federal Dr. Pedro Eugênio. Na oportunidade será discutido sobre o projeto que limita o uso da substituição tributária para as empresas que estão no Simples Nacional.

Sabe-se que os benefícios se estendem ao bolso do cidadão por contemplar cerca de 80% das microempresas de vários setores, como os de material de limpeza, material de construção, eletroeletrônicos e massas alimentícias.

“Ganham as pequenas empresas, que passam a operar com menor carga tributária, e os consumidores brasileiros, porque ao desonerar as empresas, nós estaremos abrindo a possibilidade de redução no preço de bens e serviços oferecidos à população”, afirma Liberato, presidente da CDL.

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