Presidente evidencia que casamento com a ‘Frente’ está mantido

 por Beto Macário

Rosinha da Adefal - Foto: Glécio Rodrigues

 O PT do B confirmou a protocolização da vereadora Rosinha da Adefal como candidata à Câmara Federal. Ao contrário do que se vem discutindo, na última semana, o casamento com a ‘Frente Popular’ está mantido. “Não houve litígio. O ato de renúncia é unilateral e precisa ser respeitado. Como tínhamos a possibilidade de substituir o nome de José Heraldo, optamos por indicar a vereadora”, declarou o presidente do partido, Marcos Toledo.

Toledo afirmou que a candidatura de Rosinha é uma campanha de luta. “Ela representa a saúde, uma classe que precisa ser ouvida. A sua escolha não é aleatória. Não estamos fazendo número”, esclareceu. Tanto que o reconhecimento do nome foi tido até pelo candidato ao Senado e líder da chapa, Renan Calheiros (PMDB). “Depois do anúncio de nossa candidata, tivemos uma reunião com o senador. Ele respeitou a decisão do partido, não se opôs em nenhum momento”, apontou Marcos Toledo – como mais um indício de que a relação com o grupo está mantida.

O presidente agradeceu a receptividade com que o PMDB vem tratando o assunto. E adianta que sua representatividade na ‘Frente’ vem para somar. “Estamos aqui para lutar e fazer com que a Chapa possa eleger quatro a cinco nomes para a Câmara Federal”, acredita Toledo. Com relação a arestas, ele foi enfático: ‘discussões existem, mas, amanhã estaremos em campanha com toda a força’, concluiu.

Posicionamento de Quintella

Na última sexta-feira, o candidato à reeleição, deputado federal Maurício Quintela Lessa (PR) garantiu que se o PT do B insistir em lançar a candidatura de Rosinha da Adefal, à Câmara Federal, ela será impugnada pela Chapa e o partido excluído da ‘Frente Popular’. O caso vem sendo tratado pela coligação à revelia e ‘deve sofrer às penas por isso’.

Quintela lembra que o acordado com o partido foi muito claro. “Quando o PT do B casou com essa coligação, os nomes para deputado estadual estavam definidos. Agora, não é legítimo colocar um candidato ‘laranja’ para depois substituí-lo sem a concordância da coligação”, declarou o candidato.

 

Fonte: cadaminuto

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