No Domingo da Páscoa, celebramos a gloriosa Ressurreição de Cristo. Sua Ressurreição até hoje e para sempre alimenta as esperanças de um mundo melhor e mais humano

Neste ano de 2013, a Semana Santa começou no Domingo de Ramos no dia 24 de março e termina no Domingo da Páscoa neste domingo, 31. Com grande reverência, celebramos, mais uma vez, os acontecimentos fundamentais de nossa fé, isto é, a Páscoa de Cristo, a qual compreende tanto o mistério da cruz e da morte, quanto a alegria do triunfo da Ressurreição.

A Semana Santa é a semana maior no calendário cristão, que nos faz recordar e reviver os passos mais decisivos da jornada terrestre de Jesus. A Semana Santa começa com sua entrada messiânica em Jerusalém. Na Quinta-feira Santa, na sagração dos Santos Óleos a união das paróquias em torno da Igreja-Mãe, onde é sagrada a matéria que será utilizada em alguns sacramentos durante todo o ano. Celebramos a Ceia do Senhor, o Sacrifício Eucarístico, enlace o momento atual com a primeira missa. E o Lava-pés repete, na humildade e no perdão, a necessidade de imitar o Senhor. Na Sexta-feira Santa a morte de Cristo na cruz, que trouxe ao mundo a esperança e a redenção.

O Sábado Santo com o silêncio do Senhor que repousa no túmulo novo aberto na rocha. No Domingo da Páscoa celebramos a gloriosa Ressurreição de Cristo. Morto numa cruz e sepultado, ressuscitou dos mortos. Sua Ressurreição até hoje e para sempre alimenta as esperanças de um mundo melhor e mais humano.

Entre as recomendações para a Semana Santa, está a valorização da missa do Crisma com a bênção dos santos óleos e com a participação de todos os padres, além dos fiéis. Na Quinta-feira Santa, “Jesus se dá como alimento aos Doze com as próprias mãos”. As leituras deste dia ilustram o profundo sentido desta frase. Elas formam uma espécie de triplico: a instituição da Eucaristia, a sua prefiguração do Cordeiro Pascal e a sua tradução existencial no amor e no serviço fraterno.

Na Sexta-feira Santa ao lado do exercício da Via Sacra, próprio deste dia, não devem ser omitidos os exercícios da celebração das Dores de Nossa Senhora e da procissão do Enterro do Senhor. Na Vigília Pascal o toque dos sinos anunciando a ressurreição, precede a leitura do Evangelho, homilia e a liturgia batismal que se segue.

Seria lamentável reduzir a Semana Santa a um mero feriadão com muito futebol, praia e passeio. Desejo a todos os leitores as melhores bênçãos e as maiores alegrias da Páscoa.

Fonte: O POVO Online