Dados Gerais

A População Total do Município era de 10.077 habitantes, de acordo com o Censo Demográfico do IBGE (2000). Sua Área é de 204,84 km² representando 0,74% do Estado, 0,01 % da Região e 0,002406% de todo o território brasileiro. Seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,60 segundo o Atlas de Desenvolvimento Humano/PNUD (2000)

 

Dados Geográficos

Área Territorial: 204,84 km²
Fonte: IBGEAno de Instalação: 1962
Microrregião: Santana do Ipanema
Mesorregião: Sertão Alagoano
Altitude da Sede: 380,00 m
Distância à Capital: 245 Km
Fonte: Atlas de Desenvolvimento Humano/PNUD

 

Dados históricos

Antigamente denominado Olho d`Água do Chicão, foi teatro de lutas entre as volantes policiais e os cangaceiros. O pequeno povoado criado pelo mineiro Domingos Gomes, em 1881, alcançou sua época áurea anos mais tarde com a cultura do algodão. Um novo morador, Antônio Jiló de Campos, impressionado com as suas plantações, batizou-o de Ouro Branco.

HISTÓRIA – No local onde hoje é a sede do município existia apenas uma pequena casa de pedra, por volta de 1830. Algumas outras residências foram construídas depois, originando um núcleo populacional. Na segunda metade do século XIX, Domingos Gomes chegou à região proveniente da serra de Caiçara. Natural de Minas Gerais, esse homem de grande capacidade de trabalho comprou terras da família Paranhos e implantou ali uma fazenda. O lugar começou a prosperar e, em curto espaço de tempo, novas casas foram sendo construídas. No local onde hoje está edificado o açougue público, existia uma cacimba debaixo de um cajueiro e, por esse motivo, Domingos denominou a localidade de Olho d`Água do Cajueiro. Passado algum tempo, Domingos Gomes retornou a Minas Gerais, mas seu filho, Francisco Gomes, conhecido como Chicão, permaneceu no núcleo habitacional. Então, o povoado passou a ser chamado de Olho d`Água do Chicão e continuou crescendo.

Em virtude do seu desenvolvimento, a povoação foi elevada à condição de vila no ano de 1901. Nas primeiras décadas do século XX, bandos de cangaceiros, chefiados por Lampião e Antônio Purcino, atacaram o vilarejo. Por lá também passaram o coronel Lucena Maranhão e o tenente Porfírio em perseguição implacável aos bandidos, deixando muitos amigos ali. Por essa época, chegou à localidade Antônio Jiló de Campos, novo morador, que acabaria escolhendo o novo topônimo da futura cidade, impressionado com a brancura das imensas plantações de algodão que se estendiam por toda aquela área. A partir daí, a vila progrediu de tal maneira que algumas lideranças iniciaram o movimento pela emancipação política. Dentre eles, destacaram-se Luiz Gonzaga de Carvalho, José Limeira Lima, Francisco Sotero Ângelo e José Soares da Silva. A autonomia municipal foi conquistada em 17 de maio de 1962, através da Lei nº 2.445, ocorrendo sua instalação oficial em 21 de junho do mesmo ano, com o seu território desmembrado de Santana do Ipanema. Após a emancipação, José Soares Silva foi nomeado, provisoriamente, administrador do município, no período de 1962 a 1963. O primeiro prefeito eleito foi Luiz Gonzaga de Carvalho, que geriu o município de 1963 a 1969.

O catolicismo marca as raízes históricas de Ouro Branco. Um dos pioneiros do povoamento foi Domingos Gomes, um homem de convicções religiosas que construiu de imediato uma capela, colocada sob a proteção de Santo Antônio, padroeiro da cidade. Em 1881, o padre João Pacífico celebrou o primeiro ato religioso do lugar. Eclesiasticamente, o município pertence à jurisdição da Diocese de Palmeira dos Índios e sua Paróquia de Santo Antonio de Pádua foi instalada em 21 de maio de 2005.

 Fonte: AMA

Em breve postarei a nova população de acordo com o Censo/IBGE/2010

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