Category: Brasil


Marina Silva fica o tempo todo ao lado da família, ouve gritos de apoio e pedidos para que Renata seja sua vice

Enterro de Eduardo Campos acontece em Recife

Enterro de Eduardo Campos acontece em Recife

Cerca de 100 mil pessoas, segundo cálculos do governo de Pernambuco, acompanharam ontem, no Recife, a cerimônia de despedida de Eduardo Campos, candidato do PSB à Presidência da República morto na quarta-feira passada após um acidente aéreo no litoral paulista. O velório, aberto ao público, foi tomado por manifestações eleitorais.

Marina Silva, candidata a vice que assumirá o posto de nome do PSB ao Planalto, ficou o tempo inteiro ao lado da família. Levantou para o alto, em certo momento, a foto de Campos que estava sobre o caixão.

Os filhos do ex-governador de Pernambuco vestiam camisetas com uma das últimas frases ditas publicamente por Campos antes de morrer – “não vamos desistir do Brasil”. Frase que também estava estampada no caminhão de bombeiros que realizou o cortejo na madrugada, da base aérea para o Palácio do Campo das Princesas, sede do governo onde foi realizado o velório e uma missa campal celebrada por Dom Fernando Saburido, Arcebispo do Recife e de Olinda.

João Campos, de 20 anos, apontado como herdeiro político do pai, cerrou punhos e puxou o coro “Eduardo, guerreiro do povo brasileiro”. O mesmo coro foi repetido várias vezes durante o velório, o cortejo até o cemitério de Santo Amaro e o enterro dos restos mortais do ex-governador de Pernambuco.

Renata, viúva de Campos, teve o nome várias vezes entoado pelos presentes, que pediam que ela se lançasse candidata a vice na chapa de Marina. Do lado oposto à área reservada a autoridades e à família, a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição, e o candidato do PSDB ao Planalto, Aécio Neves, estiveram juntos durante a missa. A petista estava acompanhada do antecessor e padrinho político, Luiz Inácio Lula da Silva. Ela chegou a ser hostilizada por algumas pessoas que estavam próximas da área de autoridades. O tucano foi ao velório com o candidato a vice, Aloysio Nunes Ferreira.

Em família. A presença de Marina junto à família de Campos repetiu-se durante o cortejo final que levou o corpo do ex-governador ao Cemitério de Santo Amaro. Ela ficou em cima do carro de bombeiros que levou o caixão ao cemitério sentada ao lado de Renata e dos filhos da viúva. Marina não quis dar declarações à imprensa ontem.

No sábado, ao chegar ao Recife, ela deu uma breve entrevista ao Estado na qual afirmou sentir “o senso de compromisso” que a morte do aliado lhe impôs. Também afirmou que o fato de não ter embarcado no jatinho que caiu em Santos na quarta-feira foi uma “providência divina”.

Renata e Antonio Campos, o único irmão do ex-governador, foram os primeiros a defender que Marina ocupasse a cabeça de chapa do PSB na disputa presidencial. A gratidão da ex-ministra ao gesto foi visível.

Durante o enterro dos restos mortais de Campos, ocorreram novas manifestações favoráveis a Marina. “Fora Dilma, agora é Marina” e “Marina e Renata” eram gritos ouvidos dentro de cemitério. Também foram espalhadas faixas por toda a cidade do Recife, confeccionadas pelo PSB, dizendo: “Seus ideais permanecem vivos em cada um de nós”. Faixas e camisetas também tinha a foto do ex-governador, com data de nascimento e morte.

Avô. Os familiares também usaram chapéus de palha, em homenagem a Miguel Arraes, avô de Campos que também foi governador de Pernambuco. “Chapéu de Palha” é um programa social criado por Arraes em 1988.

Um chapéu chegou a ser colocado sobre o caixão na hora do enterro. Diante da família, entre as quais a mãe de Campos, Ana Arraes, ministra do Tribunal de Contas da União, João, o herdeiro político, voltou a puxar o coro “Eduardo, guerreiro do povo brasileiro”. “Viva Eduardo! Viva Arraes! Viva o Brasil!”, gritou o jovem, que queria ser candidato a deputado neste ano, mas foi convencido pelo pai a se dedicar aos estudos. Além de João, Campos deixou outros quatro filhos com Renata: Maria Eduarda, Pedro, José e Miguel.

Fonte: Estadão

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Eduardo Campos – Ex Governador de Pernambuco e Candidato a Presidência da República

O candidato do PSB à Presidência, Eduardo Campos, morreu aos 49 anos em um acidente com um avião na manhã desta quarta-feira (13) em Santos (72 km de São Paulo). A campanha confirmou a presença do candidato no avião. E o deputado federal Júlio Delgado (PSB-MG) informou que não há sobreviventes. 

O avião modelo Cessna 560XL, prefixo PR-AFA, vinha do Rio de Janeiro e tinha sete pessoas a bordo. O aparelho caiu entre as ruas Alexandre Herculano e Vania de Abreu, no bairro Boqueirão, na zona leste de Santos. Chovia e ventava no momento do acidente.

O deputado Márcio França (PSB-SP), que receberia Campos no litoral de São Paulo, confirmou que, além de Campos, o assessor de imprensa Carlos Percol também morreu no acidente.  Ainda segundo França, três pessoas da região atingida pela queda foram encaminhadas a hospitais.

Terceiro colocado nas pesquisas de intenção de votos, Campos ex-governador de Pernambuco, tinha compromissos de campanha no litoral paulista nesta quarta. O avião decolou do aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, e pousaria na Base Aérea de Santos, no Guarujá (86 km de São Paulo).

A assessoria da candidata a vice, Marina Silva, informou que ela não estava na aeronave.

Segundo a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), o avião pertence a um particular (AF Andrade Empreendimentos e Participações Ltda.) e está com a documentação em dia.

“Quando se preparava para pouso, o avião arremeteu devido ao mau tempo. Em seguida, o controle de tráfego aéreo perdeu contato com a aeronave. A Aeronáutica já iniciou as investigações para apurar os fatores que possam ter contribuído para o acidente”, diz a nota, assinada pelo brigadeiro do ar Pedro Luís Farcic, chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica.

Veja a trajetória de Eduardo Campos

Eduardo Henrique Accioly Campos teve uma carreira de sucesso na política pernambucana, chegou a ser ministro e tentava a Presidência da República. Formado em 1985 Economia pela Universidade Federal de Pernambuco.

Neto do ex-governador de Pernambuco Miguel Arraes, ainda na universidade ele começou a militância política, como presidente do Diretório Acadêmico da Faculdade de Economia.

Em 1986, participou ativamente da campanha que elegeu para o Governo de Pernambuco o seu avô.

Ele entrou no PSB em 1990 onde permaneceu até sua morte. Quando foi eleito deputado estadual. Quatro anos depois, chegou ao Congresso Nacional, mas não chegou a assumir, ficando no Estado nos cargos de Secretário da Fazenda entre 1995 e 1998.

Ainda em 1998, voltou a vencer a disputa para Câmara, sendo o mais votado do Estado (173 mil votos). Em 2002, fez campanha para o então candidato à presidência Luiz Inácio Lula da Silva. No Congresso, Eduardo Campos destacou-se como articulador do Governo Lula. No ano seguinte, tomou posse como ministro de Ciência e Tecnologia.

Em 2005, Eduardo Campos assumiu a presidência nacional do PSB, onde permanecia até o acidente desta quarta-feira (13). Em 2006, numa disputa acirrada, venceu a eleição para o Governo de Pernambuco. Em 2010, disputou a reeleição e obteve a vitória no primeiro turno com mais de 82% dos votos válidos.

 Fonte: uol.com.br

Sem dúvida essa é a mais bonita do mundo. Não conheço outra!

Ouro Branco comemora nesta quarta-feira o feriado de 7 de setembro, 189 anos de Independência do Brasil, com a seguinte Programação:

05:00h, Salva dos 21 tiros e toque da alvorada pelas ruas da cidade ao som dos hinos da bandeira e da independência;

08:00h, Hasteamento dos pavilhoões: municipal, estadual e nacional, em frente a Prefeitura Muncipal, com a entoação do hino nacional brasileiro e  a participação da banda fanfarra Mestre Idalino Martins de Amorim;

 09:00h, Desfile cívico das Escolas Municipais Rui Palmeira, Augusto Alves da Graça e Antonio Xavier de Carvalho,  da Escola Estadual Profª Joanita de Melo e da rede privada o Educandário Nossa Senhora de Fátima, saindo o desfile da Escola Municipal de Ensino Fundamental Rui Palmeira, na Rua Sete de Setembro, seguindo pelas ruas Sebastião Vieira da Rocha, Coronel Lucena, Manoel Rodrigues de Melo até a Rua do Comércio, em direção ao palco, montado em frente a Dicotheque de Santana;

15:00h, Quadrangular de Futebol no Estádio Municipal Prefeito Genésio Gerônimo de Carvalho, com a participação das seleções A e B das cidades de Ouro Branco, Murici e Feira Grande;

17:00h, Festival de Prêmios em prol da Paróquia de Santo Antonio de Pádua, na praça central da cidade, com a segunte premiação:

  • 1º prêmio – Um kit cozinha (sanduicheira, espremedor de frutas e uma panela de pressão;
  • 2º prêmio – Uma bicicleta;
  • 3º prêmio – Um carneiro;
  • 4º prêmio – Uma TV 14 polegadas;
  • 5º prêmio – Uma moto zero quilômetro.
  • Preço da Cartela – R$ 5,00, adquira a sua!  

20:00h, Show  com as bandas Forró Anjo Azul, Galã do Brega e Banda Dois Amores.

Brasília, DF – As novas cédulas de R$ 50,00 e R$ 100,00 entraram em circulação ontem (13). As primeiras notas foram trocadas nas regionais do Banco Central, por notas antigas. A distribuição do dinheiro em bancos e caixas eletrônicos já começou e a expectativa é que, em até 48 horas, o primeiro lote esteja disponível em todas as capitais brasileiras.

A chance de conseguir encontrar uma dessas notas, no entanto, ainda é pequena.
Foram produzidas 42 milhões de cédulas de R$ 50, o equivalente a 2,6% do dinheiro atualmente em circulação, e 24 milhões de notas de R$ 100 (6% do que circula hoje).
O BC lembra que não é necessário trocar as notas atingidas, que continuarão valendo, pelas novas. Dada a longevidade das cédulas hoje em circulação, a estimativa do BC é que o dinheiro só seja completamente trocado em 2014.



Dinheiro só deve ser completamente trocado em 2014.

Foto:  Gazeta de Alagoas

Marechal Deodoro da Fonseca (1º Presidente do Brasil)

No final da década de 1880, a monarquia brasileira estava numa situação de crise, pois representava uma forma de governo que não correspondia mais às mudanças sociais em processo. Fazia-se necessário a implantação de uma nova forma de governo, que fosse capaz de fazer o país progredir e avançar nas questões políticas, econômicas e sociais.

Crise da Monarquia

A crise do sistema monárquico brasileiro pode ser explicada através de algumas questões:

  • Interferência de D. Pedro II nos assuntos religiosos, provocando um descontentamento na Igreja Católica;
  • Críticas feitas por integrantes do Exército Brasileiro, que não aprovavam a corrupção existente na corte;
  •  Além disso, os militares estavam descontentes com a proibição, imposta pela Monarquia, pela qual os oficiais do Exército não podiam se manifestar na imprensa sem uma prévia autorização do Ministro da Guerra; 
  • A classe média (funcionário públicos, profissionais liberais, jornalistas, estudantes, artistas, comerciantes) estava crescendo nos grandes centros urbanos e desejava mais liberdade e maior participação nos assuntos políticos do país. Identificada com os ideais republicanos, esta classe social passou a apoiar o fim do império; 
  • Falta de apoio dos proprietários rurais, principalmente dos cafeicultores do Oeste Paulista, que desejavam obter maior poder político, já que tinham grande poder econômico; 
  • Diante das pressões citadas, da falta de apoio popular e das constantes críticas que partiam de vários setores sociais, o imperador e seu governo, encontravam-se enfraquecidos e frágeis. Doente, D. Pedro II estava cada vez mais afastado das decisões políticas do país. Enquanto isso, o movimento republicano ganhava força no Brasil.

 A Proclamação da República

No dia 15 de novembro de 1889, o Marechal Deodoro da Fonseca, com o apoio dos republicanos, demitiu o Conselho de Ministros e seu presidente. Na noite deste mesmo dia, o marechal assinou o manifesto proclamando a República no Brasil e instalando um governo provisório.

Após 67 anos, a monarquia chegava ao fim. No dia 18 de novembro, D. Pedro II e a família imperial partiam rumo à Europa. Tinha início à República Brasileira com o alagoano Marechal Deodoro da Fonseca assumindo provisoriamente o posto de presidente do Brasil. A partir de então, o país seria governado por um presidente escolhido pelo povo através das eleições. Foi um grande avanço rumo à consolidação da democracia no Brasil.

Fonte:  suapesquisa.com

A lista também será publicada no Portal da Previdência

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) publica hoje (9), em jornais de grande circulação de 22 estados e do Distrito Federal, editais convocando 309 beneficiários que não foram localizados pelo órgão no endereço indicado no Censo Previdenciário.

A lista também será publicada no Portal da Previdência. Os segurados convocados ou seus representantes legais têm que comparecer em, no máximo, 30 dias à Agência da Previdência Social (APS) mantenedora de seu benefício. É preciso apresentar o CPF, a carteira de identidade ou um documento de identificação com fotografia e a cópia do endereço correto do titular do benefício.

Esta é a 11ª convocação do INSS para beneficiários não localizados.

Fonte: Melhor Notícia

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