Category: Indústria e Comércio


TATUAKARA – Está a tua cara   (Pizzaria e Churrascaria). Interessante é um novo estabelecimento comercial, localizada na Rua do Comércio, 308 no Centro de Ouro Branco. A Tatuakara Pizzaria e Churrascaria, serve pizza, diversos tipos de lanches, sobremesas, churrascos de boi, porco, galinha, bode e calabresa.

Além disso serve tira gostos: peixe, fígado, etc.

No final de semana serve pirão de galinha de capoeira e buchada de bode, xerém e sarapatel.

 Ainda serve café da manhã, almoço e jantar todos os dias.

Atende em domicílio, pelos fones: (82) 8865-6566; 8810-7795; 8841-7845 e 8818-0537.

Organização: Boy de Santana 

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Ministério da Fazenda mostra-se disposto a alargar as faixas de enquadramento de empresas no regime especial de cobrança de impostos. Novas regras deverão incluir também incentivos a exportação. Reivindicações de inclusão de profisisonais liberais e produtores de bebidas, porém, não deverão ser aceitas

Menos impostos: governo sinaliza possibilidade de ampliar faixa de enquadramento de empresas no Simples

Eduardo Militão

Criado em 2007 para incentivar a formalização da economia e diminuir a sonegação de impostos, o Simples Nacional, sistema que simplifica e torna mais barata a cobrança tributária para micros e pequenas empresas, deverá ter seu alcance ampliado. Esta semana, parlamentares da Frente da Pequena e Micro Empresa estiveram com o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, e recolheram dele o compromisso de negociar um aumento nas faixas de enquadramento ao sistema. Ou seja: empresas com faturamento mais alto que os valores atuais poderão se enquadrar no Simples Nacional, ou Super Simples.

A reunião aconteceu na quarta-feira (23). De acordo com os parlamentares, Nelson Barbosa indicou que o governo é a favor do aumento das faixas de faturamento que dizem se uma empresa pode ou não ser enquadrada no simples. O Executivo ainda deseja colocar em prática um incentivo às exportações dos pequenos negócios, excluindo as vendas ao exterior do cálculo para ingresso no Simples.

Oficialmente, o Ministério da Fazenda não se pronuncia sobre o assunto. Na semana após a Páscoa, o governo deve informar aos parlamentares da Frente quais as alíquotas apoiadas pelo Executivo. Mas até parlamentares da oposição se mostraram satisfeitos com o encontro. “Saí mais otimista do que entrei”, disse o deputado Guilherme Campos (DEM-SP), da diretoria da Frente.

O Simples permite que as empresas paguem de uma só vez oito impostos federais, estaduais e municipais, incluindo o ICMS e o ISS. Para se enquadrar, é preciso ter um faturamento máximo de R$ 2,4 milhões. O benefício é pagar, por todos os tributos, uma alíquota menor, que varia de 4% a 17,42% do faturamento.

AS MUDANÇAS EM DEBATE 

1. ENQUADRAMENTO NO SIMPLES
COMO É
*Microempreendedor indivual (MEI): até R$ 36 mil, sem empregados
*Microempresa (ME): até R$ 240 mil
*Empresa de Pequena Porte (EPP): de R$ 240 mil a R$ 2,4 milhhões

O QUE DIZ O PROJETO
*Microempreendedor indivual (MEI): até R$ 48 mil, sem empregados
*Microempresa (ME): até R$ 360 mil
*Empresa de Pequena Porte (EPP): de R$ 360 mil a R$ 3,6 milhhões

O QUE DIZ O GOVERNO
Concorda em elevar as faixas, num valor ainda a ser estudado. Vê com simpatia a criação de um mecanismo que reajuste as faixas todos os anos com base numa previsão do futura, como as metas de inflação

2. INCENTIVO ÀS EXPORTAÇÕES
COMO É
Não há incentivo para as empresas optantes do Simples. Das 4,7 milhões, só 12 mil são exportadoras. Vender para o exterior pode significar faturar demais, sair do sistema e perder a redução de impostos.

O QUE DIZ O PROJETO
Não trata do assunto, mas os parlamentares se dispõem a incluir o tema se houver consenso entre congressistas e o Executivo

O QUE DIZ O GOVERNO
O governo quer um mecanismo que exclua as exportações do cálculo para as empresas se enquadrarem no Simples, mas não colocou isso em prática. Para o presidente da Frente da Micro e Pequena Empresa, Pepe Vargas, poderão obter o benefício negócios que exportam valor igual ou menor ao das vendas no mercado interno.

3. ENQUADRAMENTO DE PROFISSIONAIS LIBERAIS
COMO É
Profissionais liberais, como contadores, advogados, engenheiros e jornalistas não podem se beneficiar do simples. Academias de ginástica e clínicas de fisioterapia também não.

O QUE DIZ O PROJETO
Inclui essas categorias no Simples

O QUE DIZ O GOVERNO
O governo não demonstra interesse de promover essa renúncia fiscal. Acha que isso pode complicar o recolhimento do imposto de renda das pessoas físicas, que envolve muitos profissionais liberais.

4. PRODUÇÃO DE BEBIDAS ALCÓOLICAS
COMO É
Fábricas de bebidas alcoólicas e de refrigerantes estão de fora do Simples.

O QUE DIZ O PROJETO
Permite que bebidas alcoólicas consideradas “artesanais” possam se enquadrar no Simples.

O QUE DIZ O GOVERNO
O governo não demonstra interesse de promover renúncia fiscal de qualquer tipo de bebida alcoólica. Ao contrário, a bancada ruralista na Câmara quer que as bebidas integrem o Simples. O deputado Guilherme Campos, da Frente, trabalha para incluir também os produtores de refrigerantes.

5. SIMPLES RURAL
COMO É
Agricultores, mesmo os pequenos, estão fora do Simples.

O QUE DIZ O PROJETO
Inclui os pequenos agricultores no sistema com alíquotas de 2,75% do faturamento a até 6,04%.

O QUE DIZ O GOVERNO
Nem governo nem a Frente Parlamentar debatem o assunto porque os próprios agricultores são contra o atual Simples Rural. Eles entendem que terão perdas com a inclusão no sistema nos termos do projeto em discussão no Congresso. Ruralistas derrubaram parte do texto na Comissão de Agricultura da Câmara

Fontes: Lei Complementar 123/06 , PLP 519/10 e parlamentares da Frente da Micro e Pequena Empresa

Acordo para tramitação

A Frente da Micro e Pequena Empresa quer a aprovação do projeto de lei complementar 591/10, proposto por diversos deputados da área tributária e que eleva o limite de enquadramento para até R$ 3,6 milhões de faturamento anual.  Por isso, o grupo de deputados e senadores foi ontem negociar com Nelson Barbosa um texto casado com o Executivo para evitar que a lei seja aprovada no Congresso e vetada pela presidente Dilma Rousseff. “O que for consensual, nós vamos consolidar no relatório”, disse o deputado Pepe Vargas (PT-RS), presidente da Frente. Com o apoio do presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS) e com um discurso afinado com a contabilidade do governo, os parlamentares da Frente esperam aprovar o PLP 591 ainda neste semestre. A matéria está em regime de urgência. No Senado, a aprovação ficaria para o segundo semestre.

Hoje, há 4,7 milhões de empresas no Simples. Mas, na visão de um dos diretores da Frente, o senador Armando Monteiro (PTB-PE), ex-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), caso haja a aprovação do PLP 591, mais que a inclusão de novas empresas, o benefício será maior para as próprias empresas que já estão incluídas.

Benefícios parcelados

Monteiro vai aguardar a próxima reunião com o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, mas acredita que o governo deverá propor uma ampliação escalonada das faixas de inclusão no Simples Nacional: uma ampliação inicial este ano e outra em 2012. “Esse foi o tom das conversas na reunião”, disse ele. O motivo seria a conjuntura econômica que exigiu cortes e contingenciamentos no orçamento deste ano.

Apesar disso, Guilherme Campos acredita que pelo menos a ampliação do teto de faturamento para R$ 3,6 milhões será aceito pelo governo. “Isso está bem encaminhado”, diz ele. O deputado acredita ser possível até aumentar ainda mais esse valor, que indicará o máximo de faturamento que permitirá o enquadramento no Simples. Outra possibilidade que deve ser aceita é a criação de mecanismos anuais de reajuste, para evitar uma defasagem. A ideia é estabelecer uma forma de reajuste anual com base na meta de inflação, hoje em 4,5% anuais.

Incentivo à exportação

De acordo com os parlamentares, também deverão ser aprovadas regras para estimular as micros e pequenas empresas a exportarem. A ideia é estabelecer um valor de exportação, que ficaria livre do pagamento de impostos. Para Pepe, um valor provável do incentivo às exportações é até o dobro do faturamento da empresa com vendas no mercado interno. Ou seja, se a empresa faturou R$ 2 milhões no Brasil e até mais R$ 2 milhões com exportações, não precisará ser excluída do Simples. De acordo com dados do Sebrae, citados por Campos, só 12 mil empresas das 4,7 milhões optantes pelo Simples exportam seus produtos e serviços.

Na reunião, Nelson Barbosa disse aos parlamentares que o governo vai acompanhar a tramitação do PLP 591, em vez de mandar uma proposta para o Congresso, como foi cogitado. Mas Monteiro entende que é possível que seja feita uma proposta à parte para tratar do incentivo às exportações.

Agricultores

Alguns pontos, no entanto, não receberam o apoio do Executivo. No encontro com os parlamentares, os representantes da Fazenda se mostraram desfavoráveis a incluir no Simples os serviços de profissionais liberais. A ideia dos parlamentares era permitir que advogados, contadores, jornalistas, fisioterapeutas, preparadores físicos e academias de ginástica pudessem também ser enquadrados. Outro ponto que não obteve apoio foi a inclusão de emperesas que fabricam bebida alcoólica. Propunha-se a possibilidade de enquadrar no Simples empresas que fabricam bebida de forma artesanal, como os pequenos alambiques de cachaça. “O problema é conceitual. Bebida não ter redução tributária é um conceito internacional”, explicou Pepe Vargas.

Outra questão polêmica é a inclusão de produtores rurais no Simples, que teriam direito às menores alíquotas, como 2,75% do faturamento. O que pode parecer bom para uns, é considerado perigoso para os ruralistas. Enquanto Nelson Barbosa se reunia com os parlamentares da Frente, na quarta-feira pela manhã, deputados da Comissão da Agricultura da Câmara rejeitavam todos os artigos do chamado “Simples Rural”.

Eles entendem que pagarão até mais imposto do que atualmente, tendo em vista que a atividade agrícola convive constantemente com intempéries e prejuízos nas safras. Num exemplo hipotético, o relator da matéria na Comissão, Homero Pereira (PR-MT), alegou que um produtor que teve prejuízo ao plantar café em Minas Gerais pagará R$ 30 mil em impostos, em vez de R$ 24 mil, se o Simples Rural for aprovado. Isso porque o tributo será cobrado com base no faturamento do agricultor, ainda que ele não tenha obtido lucro algum.

A Comissão ainda derrubou a inclusão das cooperativas agrícolas no Simples. Pereira entende que isso as obrigaria a pagar impostos que hoje não lhes são cobrados. Outra rejeição foi a criação do trabalhador rural avulso. Para a bancada ruralista, significa dar status de funcionário com vínculo empregatício formal – carteira assinada, férias, 13º e FGTS, por exemplo – a empregados temporários.

Ao contrário do governo, a Comissão quer a inclusão dos produtores de cachaça no Simples, ainda que a bebida não seja considerada “artesanal”.

Fonte: Congresso em foco

por Elisabeth Mota

Os participantes do II Curso Internacional de Atualização Conceitual e Intercâmbio de Experiências em Políticas Públicas de Desenvolvimento Territorial realizaram uma saída de campo para o Agreste Meridional do estado de Pernambuco entre os dias 20 e 21 de novembro passado. Com uma área que abrange cerca de 13 mil Km² nos seus 27 Municípios, os cenários escolhidos para a visita de campo foram o assentamento Cristo Rei no Município de Águas Belas e o Distrito de Miracica no Município de Garanhuns.

Assentamento Cristo Rei – Com cerca de 47% dos habitantes vivendo no meio rural, o agreste meridional possui mais de 2 mil famílias assentadas e o assentamento Cristo Rei, estável a sete anos, é um dos mais importantes, com 56 famílias em uma área de 17 hectares por família.

A visita no assentamento teve como objetivo presenciar o beneficiamento do leite por parte dos pequenos produtores, saber como se organizam, como a agricultura familiar foi inserida e o que foi preciso para que essa organização acontecesse.

Há uma integração muito forte entre a população, o sindicato dos trabalhadores e a Cooperativa Mista dos Agricultores Familiares do Vale do Ipanema – Coopanema.

Na questão da produção do leite a maior dificuldade dos assentados era a venda dos seus produtos, que se realizava por intermédio de atravessadores que compravam por um preço muito baixo. A instabilidade do valor pago pelo leite, que se elevava pouco e decaía muito, às vezes tornava a produção inviável.

Por conta dessas dificuldades as famílias do assentamento Cristo Rei viram a necessidade de se filiarem à cooperativa na tentativa de escapar dos atravessadores para que a situação dos produtores pudesse melhorar.

A Coopanema foi criada em 1997, mas só começou a funcionar de fato em 98, hoje a cooperativa atende o Agreste Meridional, o Vale do Ipanema e uma parte de Alagoas. O seu principal papel é o de ser uma facilitadora e encaminhadora dos produtos dos pequenos produtores para as empresas e o comércio local.

O Município de Águas Belas produz em média 60 mil litros de leite por dia, desse valor a Coopanema detém em média 12mil litros/dia. As famílias do assentamento Cristo Rei produzem mil litros/dia além é claro da produção de feijão, milho, mandioca, batata doce, criação de caprinocultura, apicultura, ovinocultura, galinha caipira, dentre outras.

Essas famílias recebem o apoio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar exclusivo para os assentados da Reforma Agrária – Pronaf A, que coloca à disposição recursos com juros baixos para a construção de moradias, cisternas, compra de animais, etc. Porém uma das reivindicações dos moradores do assentamento Cristo Rei é a permanente assistência de técnicos para os resfriadores dos tanques de leite, para as análises de solo e um melhor acompanhamento e ensino à comunidade de como melhorar os produtos que irão entrar no mercado.

O presidente da Coopanema, Nitalmo Leite, que acompanha de perto essas famílias, esclareceu o papel da cooperativa junto à comunidade, enfatizando os ganhos que tiveram ao eliminar os atravessadores e o trabalho realizado com as famílias cadastradas na cooperativa.

“Nós avançamos muito, conseguimos consolidar com este trabalho na região o nivelamento do preço do leite, com isso até o produtor que não faz parte da Coopanema saiu ganhando, porque forçou o intermediário a pagar melhor. Os cooperados conseguem um melhor preço pela cooperativa, além de outros benefícios, como cursos de manejo para que os produtores se tornem profissionais. Pois o produtor precisar olhar para ele e se ver um empresário, mesmo com uma área pequena. Hoje nós temos leite de boa qualidade e uma disputa entre as empresas que querem comprar o nosso leite”, finalizou Nitalmo.

Fonte: Blog da COPANEMA

A Tc Net Informática está realizando nos dias 29, 30 e 31/03 o Curso Técnicas de Vendas. Esse curso será ministrado pelo palestrante Pedro Paulo Luz.

Pedro Paulo Luz é diretor da empresa TC Informática e Treinamentos, atuou durante 07 anos como consultor de projetos de desenvolvimento empresarial, já trabalhou como vendedor, diretor administrativo, diretor de marketing e diretor financeiro de associações empresariais.

Estudioso da área da Administração e atualmente cursa faculdade de Marketing, é um jovem com vasta experiência no trabalho com grupos de empreendedores, facilitador da metodologia CEFE e Jogos de Empresa, atua com treinamentos há 10 anos nas áreas de:

  • Vendas
  • Atendimento ao público
  • Relacionamento Interpessoal
  • Associativismo
  • Cooperativismo
  • Motivação
  • Processo Seletivo para emprego
  • Moderação com enfoque participativo
  • Jogos de empresa e
  • Empreendedorismo.

Pedro Paulo Luz tem se destacado em suas apresentações como Palestrante pela forma carismática, envolvente e irreverente de transmitir a mensagem. Suas palestras são personalizadas de acordo com cada público, isso faz com que os participantes tenham um grande nível de absorção dos conteúdos, pois suas abordagens são baseadas em acontecimentos do cotidiano.

Ligue e faça já a sua matrícula. As vagas são limitadas:

Valor do Curso: R$ 40,00
Datas: 29, 30 e 31 de Março de 2011. Horário: 19:00h às 22:00hs.
Local: Auditório da Escola Joanita de Melo

REALIZAÇÃO:  Tc Net Informática – Levando Você ao Futuro.

Fone: (82) 3629-1481

Fonte: TC NET INFORMÁTICA

Empreendimento vai atender agricultores familiares da região e agregar valor à produção de frutas

por Diego Barros

Já estão garantidos os recursos para instalação de uma unidade de beneficiamento de polpa de frutas em Japaratinga, no litoral Norte de Alagoas, ainda durante o ano de 2011. O valor investido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), via Territórios, será de R$ 135 mil não-reembolsáveis.

A unidade será instalada por meio da Associação dos Produtores Agrícolas de Japaratinga, que ficará responsável pela gestão da fábrica. Inicialmente, a unidade irá beneficiar entre 70 e 80 produtores familiares, mas poderá atender a 300. Anualmente, poderão ser processadas até 200 toneladas de frutas, principalmente manga, mangaba e caju.

Mas segundo o engenheiro agrônomo Tertuliano Moreira, gerente da Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário (Seagri) no litoral Norte, por meio do trabalho de assistência técnica, também será incentivada a produção organizada de maracujá, graviola e abacaxi para ser enviada à fábrica.

“A região tem grande potencial para produção de frutas, porque é abundante em água, tem muitos rios, é possível fazer irrigação, e tem solos férteis. A assistência técnica já está trabalhando na organização dessa produção”, frisou Tertuliano.

De acordo com ele, a produção de abacaxi no município de São Miguel dos Milagres está sendo uma das maiores dos últimos anos: 1 milhão de frutos. “A colheita se encerra este mês de janeiro”, informou. “Quando houver a fábrica em Japaratinga, parte dessa produção poderá ser enviada até lá”, afirmou Tertuliano.

Ainda segundo Tertuliano Moreira, Japaratinga foi o município escolhido para instalação da unidade por conta da localização geográfica, do interesse da gestão municipal e dos produtores.

Fonte: Agência Alagoas

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