Category: Reflexão


Esse ano de 2011 foi difícil, cheio de muitas lutas, vantagens e desvantagens. Não escrevi muito para o Blog por falta de tempo, trabalhei muito, criei mais cinco blogs e alimentei outros que estavam criados; terminei Pós-Graduação, dei aulas de matemática na Escola Rui Palmeira e ministrei algumas aulas na Faculdade.

Escrevi uma matéria para o Jornal Cidade; fiz assessoria política nos municípios de Ouro Branco, Maravilha, (Alagoas) Iati e Águas Belas, (Pernambuco), nos trabalhos de filiação e desfiliação partidária.

Gerenciei a Feirinha da Central de Abastecimento e Comercialização de Alimentos (Antiga CAGEPE) em Águas Belas; acompanhei as equipes do Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) nos cursos ligados ao empreendedorismo e ao comércio e juntamente com 15 comerciantes de Águas Belas, estamos reativando a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL).    

Mas, queria dizer que mesmo assim esse ano foi muito bom e proveitoso para mim, passamos alguns bocados, mas conseguimos atingir alguns resultados.

Mas, não era só isso que eu gostaria de dizer. Gostaria, sim, de dizer que o mais importante não é só dizer que hoje é Natal e trocar presentes com os mais próximos de nós, fazer a Ceia em família e pronto! O espírito natalino é muito mais que isso, se pensássemos nos outros como nosso próximo, a noite de Natal seria muito melhor e certamente não iríamos ver tanta miséria posteriormente.

Esse verdadeiro espírito de natal tem que ser cultivado todo dia, isso sim! Dessa forma poderíamos desejar de verdade, sem falsidade alguma, um Feliz Natal e um Feliz Ano Novo pros outros.

Reporto-me as palavras do Pe. Zezinho, Scj na última estrofe da música “Estou Pensando em Deus”, quando Ele diz: “Tudo seria bem melhor se o natal não fosse um dia, se as mães fossem Maria e se os pais fossem José e se a gente parecesse com Jesus de Nazaré”

Pois bem, como criador do Blog do Prof. Liberato, quero dizer que esse ano que está chegando, vamos continuar com vocês, postando notícias de todos os gêneros para informar o que se passa em Ouro Branco, em Alagoas, no Brasil e no mundo.

Só para terminar quero dizer muito obrigado, muito obrigado mesmo, aqueles que são responsáveis por mais de 21.300 acessos desse meio de comunicação tão importante para nossa sociedade.

Estamos juntos pro que der e vier porque vocês são considerados próximos de nós e os próximos a gente guarda do lado esquerdo do peito!

Feliz Natal e Feliz Ano Novo cheio de grandes realizações (…). São meus sinceros votos!

Prof. Liberato    

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Não somos poucos os que nos tornamos amargas, indiferentes ou frias, por causa de decepções qua afirmamos ter sofrido aqui ou ali, envolvendo outras pessoas.

A decepção foi com o amigo a quem recorremos num momento de necessidade e não encontramos o apoio esperado. Foi com o companheiro de trabalho que nos constituía modelo, parecia perfeito e o surpreendemos em um deslize.

Tais decepções devem nos remeter a exames melhores das situações.

Decepcionarmo-nos com pessoas que estão no Mundo, sofrendo as nossas mesmas carências e tormentos não é muito real.

Primeiro, porque elas não nos pediram para assinar contrato ou compromissos de infalibilidade para conosco. Segundo, porque o simples fato de elas transitarem na Terra, ao nosso lado, é o suficiente para que não as coloquemos em lugares de especial destaque, pois todas têm seu ponto frágil e até mesmo seus pontos sombrios.

A nossa decepção, em realidade, é conosco mesmo, pois que nos equivocamos em nossa avaliação, por precipitação ou por análise superficial.

Não menos errada a decepção que afirmamos ter com a própria religião, com a doutrina de fé cristã que está a espalhar, em toda parte, os ensinamentos deixados por Jesus Cristo para os seres de boa vontade.

O que acontece é que costumamos confundir as doutrinas que ensinam o bem, o nobre, o bom com os doutrinadores que, embora falem das virtudes que devemos perseguir, conduzem as próprias existências em oposição ao que pregam.

Como vemos, a decepção não é com as mensagens da Boa Nova, mas exatamente com os que conduzem a mensagem. Nesse ponto não nos esqueçamos de fazer o que ensinou Jesus: comparar os frutos com as qualidades das árvores donde eles procedem, de modo a não nos deixarmos iludir.

Avaliemos, desta forma, as nossas queixas contra pessoas e situações e veremos que temos sido os grandes responsáveis pelas desilusões do caminho.

Nós mesmos é que criamos as ondas que nos decepcionam e magoam.

Cabe-nos amadurecer gradualmente nos estudos e na prática do bem, aprendendo a examinar cada coisa, cada situação, analisar a nós mesmos com atenção, a fim de crescermos para a grande luz, sem nos decepcionarmos com nada ou com ninguém.

Precisamos aprender a compreender cada indivíduo no nível em que se situa, não exigindo dele mais do que possa dar e apresentar, exatamente como não podemos pedir à roseira que produza violetas, que não tenha espinhos e que não despetale suas flores na violência dos ventos.

Para que avancemos em nossa caminhada evolutiva, imponhamo-nos uma conduta de maturidade, de indulgência e de benevolência para com os demais.

Disponhamo-nos a brilhar, sob a proteção de Deus, avançando sempre, não nos detendo na retaguarda a examinar mágoas e depressões, que se apresentam na estrada como pedras e obstáculos, calhaus e detritos.

Fonte: momento de reflexão

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