Category: Política


 Com Armando e João Paulo: Índios Fulni-ô fizeram apresentação no final da plenária

ARMANDO MONTEIROGaranhuns – Cerca de três mil pessoas de todo o Agreste Meridional reuniram-se no Tavares Correia, em Garanhuns, na noite desta sexta-feira (23), para discutir temas como a integração entre as redes estadual e municipais de ensino, a oferta de exames clínicos e a assistência técnica à agricultura familiar. Durante mais de quatro horas, participaram dos debates do Pernambuco 14, projeto que objetiva colher propostas, ideias e sugestões das comunidades de todas as regiões pernambucanas para formar o programa de governo da chapa liderada por Armando Monteiro (PTB) e João Paulo (PT), pré-candidatos a governador e a senador nas eleições deste ano.

A economista e socióloga Maria Vicência Tenório foi uma das participantes das reuniões temáticas do Pernambuco 14. Ela apresentou contribuições voltadas à agricultura familiar e à pecuária, que, em sua opinião, estão abandonadas por falta de assistência técnica e extensão rural. “O IPA não chega nem com extensão, nem com assistência que eles merecem. Não adianta recursos e tecnologia, se faltam técnicos e análise de solo. Não adianta contratar técnicos para prestar serviços direcionados, se o pequeno produtor rural fica esquecido”, lamentou.

Outra participante, André Mota Valença, que é professor de história, alertou para a necessidade de haver maior integração entre as escolas estaduais e as redes municipais de ensino. “Não podemos ter uma educação separada do Estado, precisamos ter um sistema educacional integrado com o município. Não podemos modificar a educação para o hoje, ela se modifica para o futuro”, defendeu o professor.

A saúde também foi outro destaque da plenária. Dentre as propostas apresentadas, estão a valorização efetiva do profissional da saúde, a contratação e regularização de serviços como ressonância magnética e cateterismo para a região e a construção de um hospital para o Agreste Meridional.

Entusiasmado com o grande número de participantes em todas as oito plenárias do Pernambuco 14, realizadas até agora, Armando Monteiro ressaltou a importância de o governo do Estado trabalhar para reduzir as desigualdades regionais: “Em todas essas plenárias, contamos com uma participação muito entusiasmada das sociedades locais, tivemos um grande público, uma qualidade nos debates e um conteúdo que iremos incorporar ao programa de governo que nós vamos oferecer a Pernambuco e que terá propostas sustentáveis e realistas, que levem em conta que Pernambuco precisa de um desenvolvimento mais equilibrado, que chegue a todas as regiões e que interrompa esse processo perverso de desequilíbrio”.

Alguns temas debatidos no Pernambuco 14, em Garanhuns:

Agricultura familiar – Maior presença dos técnicos do IPA no campo e maior assistência técnica

Educação – Valorização do professor, fortalecimento do regime de colaboração entre Estado e municípios, construção de escolas com laboratórios e equipamentos para os alunos e formação e capacitação dos professores para a utilização das tecnologias disponíveis.

Mobilidade – Incentivo para a mobilidade urbana e acesso para pessoas com deficiência, criação de uma secretaria específica para deficientes visuais, com auxílio e inclusão.

Saúde – Valorização dos profissionais, necessidade de repensar a UPA para que atenda as peculiaridades de cada região, melhoria no atendimento.

(Crédito da foto: Leo Caldas/Divulgação)

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Armando e João Paulo comemoram sucesso do projeto no agreste de Pernambuco

A passagem do Pernambuco 14 pelo agreste do Estado neste fim de semana provocou mais uma ampla mobilização popular, reunindo ao total quase 3 mil pessoas nas plenárias de Caruaru, no sábado (17), e Surubim, no domingo (18). Com estes dois eventos, chega a sete o número de edições realizadas até o momento pelo projeto, liderado pelo pré-candidato ao governo de Pernambuco, senador Armando Monteiro, e pelo pré-candidato ao Senado, deputado federal João Paulo (PT).

Animado com a participação da população, que ao longo dos eventos apresentaram propostas e ideias para o plano de governo, Armando Monteiro destaca que é fundamental dialogar com todos os segmentos da sociedade de Pernambuco. Ele fala sobre a importância do projeto:

“Todos eles (os encontros) foram muito expressivos. Um grande público, com uma participação muito entusiasmada e animada. Eu destacaria a qualidade do conteúdo, das discussões em cada uma das salas temáticas e, ao final, as propostas e sugestões encaminhadas. Portanto, o objetivo maior de todo o planejamento destes encontros está sendo amplamente alcançado, que é o de podermos estimular a participação, ouvir a sociedade em cada uma das regiões e poder legitimar um programa de governo que vamos apresentar a Pernambuco”.

Em Caruaru e Surubim, Armando voltou a defender uma atenção maior ao interior do Estado, lembrando ainda a necessidade de se avançar em áreas como educação, saúde e segurança.

Veja abaixo alguns trechos do discurso de Armando:

Educação
“Queremos ampliar as nossas conquistas. Queremos fazer um desenvolvimento de melhor qualidade. Crescimento econômico não é verdadeiramente desenvolvimento, desenvolvimento pressupõe uma mudança estrutural. Quem tem a educação no ponto que Pernambuco tem hoje não pode dizer que fez uma mudança estrutural. Precisamos melhorar a educação.”

Saúde
“Precisamos melhorar e humanizar a saúde, oferecer serviços de melhor qualidade. Vamos colocar o profissional mais perto do povo, garantir a sua presença para que ele possa fazer o atendimento primário, dar atenção na consulta, tocar nas pessoas, valorizá-las. A saúde pode ter prédios, novos hospitais, UPA’s, mas precisamos fazer um pacto, um esforço, para melhorar a qualidade dos serviços, para investir nos hospitais regionais, porque tem pernambucanos lá do Araripe que se tiverem de fazer um eletrocardiograma têm que vir para Caruaru ou para o Recife. Então é preciso qualificar, equipar, os hospitais regionais, para que a saúde possa chegar da melhor forma a todos os pernambucanos”.

Segurança
“Quando olhamos a segurança, há a experiência do Pacto pela Vida, que é bem sucedida, mas nós ainda vivemos um ambiente de insegurança em muitas regiões de Pernambuco. Precisamos aumentar os efetivos. Precisamos motivar os profissionais da segurança, precisamos investir na polícia técnica”.

Infraestrutura
“Na infraestrutura vamos precisar muito de manter uma parceria com o governo federal. Quando falamos em trazer a BR-408 de Carpina para Surubim, nós só vamos poder fazer isto se tivermos o apoio do Governo Federal”.

Crédito da foto: Alexandre Albuquerque/Divulgação

Magistrado teria recebido R$ 400 mil para favorecer, na Justiça, empresa citada em máfia da merenda

STJ investiga o  desembargador  Washington Luiz  por receber propinaDesembargador Washington Luiz é acusado de cobrar propina para beneficiar empresa ligada à máfia da merenda escolar em SP e Alagoas

As investigações sobre o esquema da merenda escolar em São Paulo chegaram a Alagoas e atingiram o Tribunal de Justiça do Estado, mais exatamente o ex-presidente do TJ e desembargador Washington Luiz Damasceno Freitas. Com ampla influência política em prefeituras do Sertão, ele responde a inquérito no Superior Tribunal de Justiça (STJ) desde o ano passado. O magistrado é acusado de receber propina para facilitar a aprovação de processos a uma das empresas do esquema da merenda, com atuação em Alagoas.

O processo no STJ corre em segredo de Justiça e a relatora é a ministra Eliana Calmon. O MP paulista encaminhou o “caso Alagoas” para o Ministério Público Estadual. Intercepções telefônicas mostram que um assessor do desembargador, identificado como Morgan, recebeu R$ 400 mil da empresa do esquema da merenda.

Em 20 de dezembro de 2007, Washington Luiz tomou, pela segunda vez, a mesma decisão: obrigou a Prefeitura de Maceió a retomar contrato com a SP Alimentação, terceirizando a merenda escolar na capital. O agravo de instrumento havia sido movido pela empresa contra a Prefeitura.

Coincidentemente, no mesmo dia, a Procuradoria Geral do Município (PGM) recebeu uma notificação do Ministério Público Estadual, que proibia o município de efetuar qualquer pagamento à SP Alimentação.

Fonte: http://www.extralagoas.com.br

O Cartório Eleitoral da 50ª Zona Eleitoral identificou inconsistências nas contas de Atevaldo

Atevaldo Cabral tem que explicar procedência de veículo usado durante campanha à reeleição Atevaldo Cabral tem que explicar procedência de veículo usado durante campanha à reeleição. Como se não bastasse os problemas com a Justiça comum, o prefeito reeleito em Ouro Branco, Atevaldo Cabral (PMDB), agora tem contas a acertar com a Justiça Eleitoral. O gestor acusado de aliciamento sexual de menor de idade teve sua prestação de contas eleitorais reprovada pelo juiz Phillipe Melo Alcântara Falcão.

O Cartório Eleitoral da 50ª Zona Eleitoral identificou inconsistências, que persistiram mesmo após as diligências feitas pelo Juízo em Primeiro Grau, fazendo com que o parecer do Ministério Público Eleitoral fosse pela desaprovação das prestações de contas apresentadas pelo prefeito eleito, Atevaldo Cabral, que recebeu 3.836 votos este ano.

O que maculou a prestação de contas foi a não apresentação de qualquer documentação que comprovasse que o veículo cedido ou locado, referente ao recibo de nº 0001528215AL000001, pertencesse ao patrimônio do doador. “Diante do exposto, entendo que as irregularidades supracitadas maculam a confiabilidade e a integridade das contas eleitorais apresentadas”, assinou o magistrado.

Mais problemas

Atevaldo Cabral aguarda o parecer do desembargador Washington Luiz, que pediu vistas na semana passada, durante o julgamento do gestor no Pleno do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas (TJ/AL) sobre o crime de aliciamento sexual de menor.

O desembargador José Carlos Malta Marques, relator do processo, deu parecer pela condenação do prefeito. O depoimento da menor de 14 anos, supostamente assediada pelo prefeito, seria o bastante para puní-lo. Se condenado, ele pode pegar de quatro a dez anos de reclusão.

Fonte: Tribunahoje.com

 A ex-primeira-dama da República Rosane Collor afirmou ontem, em entrevista ao programa Fantástico, da TV Globo, que qualquer coisa que aconteça a ela pode ser atribuída ao ex-marido, o ex-presidente Fernando Collor de Melo, agora senador por Alagoas.

Rosane, que está lançando um livro, diz que o ex-marido deve estar receoso com a publicação, pois ela promete contar detalhes inéditos da época em que foi primeira-dama.

Na entrevista, ela dá detalhes de rituais de magia negra na Casa da Dinda. O ex-presidente, ao ser procurado pela produção do programa, preferiu não comentar as declarações.

Fonte: blog do Magno Martins

Dados são de estudo divulgado pela Confederação Nacional de Municípios. Estimativa é de que até o fim do ano sejam 600 prefeitos afastados

Levantamento divulgado nesta segunda-feira (13) pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) mostrou que dos 5.563 prefeitos eleitos em 2008, 383 (6,8%) foram afastados do cargo. Do total de eleitos, 274 (4,9%) tiveram de deixar as prefeituras porque foram cassados, a maioria por improbidade administrativa (mau uso de recursos públicos).A estimativa da CNM é de que o número de prefeitos afastados chegue a 600 até o final do mandato, à medida que novos processos forem julgados. Para o presidente da entidade, Paulo Ziulkoski, o número de prefeitos que deixaram os cargos se deve à maior presença dos órgãos de fiscalização, como tribunais de contas e o Ministério Público dos estados.

O presidente da confederação, no entanto, criticou a fiscalização desproporcional de ocupantes de cargos municipais em relação às autoridades nas esferas estadual e federal.

“Queremos que o prefeito seja fiscalizado, mas queremos mostrar porque os outros não são fiscalizados igual. O Brasil, para passar a limpo, tem de ter fiscalização para todos”, afirmou o representante da entidade.

Partidos

O levantamento da CNM mostrou ainda que as mudanças de comando das prefeituras reduziu a participação da maioria dos grandes partidos nos governo municipais. As maiores baixas foram sofridas pelo DEM, que saiu das eleições de 2008 com 500 prefeitos e, atualmente, conta com apenas 395, de acordo com o estudo.

A redução se deve, em parte, à criação do PSD, formalizado em setembro do ano passado. O novo partido já conta com 270 prefeitos, segundo os dados do CNM. O estudo mostrou ainda que o PMDB, legenda que mais elegeu prefeitos em 2008, passou de 1.199 eleitos para os atuais 1.177 prefeitos; o PSDB, saiu de 789 para 736. Entre as siglas que aumentaram o número de prefeitos estão o PT, que saiu de 553 para 564, e o PV, com aumento de 78 para 82.

O presidente da CNM explicou que, a partir da exigência de fidelidade partidária, as mudanças na divisão partidária das prefeituras no Brasil é mais influenciada pelos políticos que deixaram os cargos e foram substituídos por vices ou as cidades tiveram nova eleições.

Fonte: gazetaweb.com

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